sexta-feira, 29 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
Quem é Rei...
Quem é rei, nunca perde a majestade. Passaram-se 70 anos e Pelé não perdeu a sua.Reverenciado em todo mundo, eleito o atleta do século, considerado por todos (até pelos argentinos, embora estes não admitam) o melhor jogador de futebol de todos os tempos, o nosso REI completa hoje 70 primaveras. É dificil homenagear Pelé. Perto das homenagens que ele nos prestou com gols, lindas jogadas, dribles desconcertantes, titulos, etc., tudo parece menor.
Pelé conquistou 3 titulos mundiais pelo Brasil.
Pelé parou uma guerra na África.
Pelé fez 1284 gols. Até os gols perdidos por ele entraram na história.
Pelé fez tudo isso e muito mais. Se fossemos relatar aqui, todas as conquistas do REI, faltaria espaço. Pelé ganhou quase tudo, mas seu maior feito foi deixar seus súditos felizes por anos e anos. Vida longa ao REI!
quarta-feira, 30 de junho de 2010
1958 - Surge uma lenda!
No dia 29 de junho de 1958, o Brasil conquistava sua primeira Copa do Mundo! Nessa Copa o mundo conheceu um menino chamado Pelé. Para muitos, esse foi o melhor time da história, pois tinha Garrincha e Pelé, juntos! Essa é uma homenagem da Área 21 aos campeões de 58. Parabéns! #FutebolArte
domingo, 20 de junho de 2010
Homenagem a Saramago!
No dia de 18 de junho, o mundo perdeu um dos seus maiores escritores. Vencedor do prêmio Nobel de literatura, José Saramago revolucionou a literatura com seu estilo único. Era considerado por muitos críticos um dos maiores romancistas da sua época.A Área 21 não poderia deixar de prestar sua homenagem ao grande escritor português, e deixa aqui uma pequena lista com 5 livros de sua autoria. Todos imperdíveis.
1- Ensaio sobre a cegueira (1995)
2- O Evangelho segundo Jesus Cristo (1991)
3- O homem duplicado (2002)
2- O Evangelho segundo Jesus Cristo (1991)
3- O homem duplicado (2002)
4-A jangada de pedra (1986)
5- Todos os nomes (1997)
"Se tens um coração de ferro, bom proveito.
O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo dia."
José Saramago (1922 - 2010)
Trecho do documentário "Janela da Alma"
terça-feira, 8 de junho de 2010
Houve uma vez dois verões (parte 1)


Seguimos contando as historias sobre algumas das nossas camisas.
Agora vamos falar de uma série chamada:
"Houve uma vez dois verões" - Essa é a parte 1
O Verão da Lata
Essa homenagem da Área21 vai, em especial, para aqueles que viveram o inesquecível Verão da Lata e, até hoje, dividem suas lembranças com outras gerações. Em 1988, o litoral, Sul e Sudeste, do Brasil foi invadido, por inocentes latinhas prateadas que chegavam às praias num doce balanço, como presentes do mar. E assim, surpreenderam milhares de banhistas que, ao abrir aquelas inesperadas latinhas, encontraram, em seu conteúdo, grandes quantidades de folhas secas da planta Cannabis prensadas com glicose. Foi a alegria da geração pós-hippie! Logo foi divulgado que, a origem desta maré alucinógena não era uma dadivosa Iemanjá, mas sim o navio Solana Star. Originário de Singapura, rumava para os EUA, quando sua carga foi detectada e começaram os esforços para interceptar a embarcação. Não restou alternativa aos tripulantes senão se livrar do flagrante. A partir daí, o resto é lenda. Alguns ainda hoje carregam seqüelas daquele episódio. Os que recordam, contam que a grande onda era dizer que era “da lata”, pouco importando a real procedência do produto. Surgia uma geração de apreciadores da Cannabis, que diziam distinguir pelo sabor: origem, cultivo e maturação da planta. E assim, esse hábito marginal ganhava status de sofisticação, como o apreciar de um bom vinho. A Área21 estampou esse fato de pura psicodelia para vestir as gerações com mais essa história que faz parte do imaginário carioca!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Laricas - Podrão!

O Etcetera segue contando historias sobre algumas das nossas camisas.
Agora vamos falar um pouquinho da camisa "Podrão King".
Produto da série “Laricas” a camiseta Podrão glorifica um dos hábitos alimentares mais populares entre os cariocas. Reza a lenda que este hábito se iniciou no bairro da boemia, a Lapa. Após noitadas de excessos, os freqüentadores se abastecem de cachorros quentes incrementados e X-tudos dignos do nome, antes de se despedirem. Apesar de muitas vezes os ingredientes serem de origem duvidosa, daí o nome Podrão, o carioca da gema não estremece na presença de uma simpática barraquinha, que forra os estômagos das almas perdidas pelas noites e madrugadas da cidade maravilhosa.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
O Preço do Caos no Rio (por Gilberto Braga)

Rio - Chuva torrencial, desabamentos, enchentes, carros alagados, vítimas fatais, prejuízos financeiros, pânico e medo. O carioca não precisa esperar mais nada, os céus já mandaram o seu recado. O problema é que nós insistimos em não entender a mensagem e não temos disciplina para fazer a lição de casa. É óbvio que o volume de chuvas foi absurdamente superior às médias históricas nessa época do ano, principalmente porque foi forte, intermitente e por várias horas. Isso, entretanto, mostra o grau crítico em que a cidade se encontra, com várias deficiências perceptíveis ao olhar de qualquer cidadão. Não é necessário fazer uma lista dos problemas, todo leitor tem a sua e ela não é pequena. As autoridades do Rio têm as suas responsabilidades, embora não necessariamente têm culpa absoluta, em face dos anos sucessivos de maus governos e da deficiência em investimentos de infraestrutura.
Mas cada um de nós também tem a sua parcela de culpa, posto a falta de cidadania e de bons hábitos de urbanidade. Vi que 37% de todo o lixo recolhido na cidade é retirado das ruas, enquanto que nas capitais europeias, esse índice é ao redor de 5%. A falta de escoamento da chuva, em boa medida, é consequência da falta de educação, do papel jogado na calçada e do lixo desovado nos terrenos baldios. O resultado são os bueiros entupidos, os rios transbordados, as ruas inundadas. E a natureza dá o seu troco ao cidadão.
A primeira, mais importante e mais barata solução para tudo isso, é a educação, por meio do ensino da cidadania. Medida concreta é a reciclagem do lixo, que não apenas diminui os problemas ocasionados pelas tempestades, mas gera empregos e matéria-prima para o reaproveitamento econômico. É necessário que as autoridades façam a sua parte e cada um de nós também.
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