terça-feira, 8 de junho de 2010

Houve uma vez dois verões (parte 1)



Seguimos contando as historias sobre algumas das nossas camisas.
Agora vamos falar de uma série chamada:
"Houve uma vez dois verões" - Essa é a parte 1

O Verão da Lata
Essa homenagem da Área21 vai, em especial, para aqueles que viveram o inesquecível Verão da Lata e, até hoje, dividem suas lembranças com outras gerações. Em 1988, o litoral, Sul e Sudeste, do Brasil foi invadido, por inocentes latinhas prateadas que chegavam às praias num doce balanço, como presentes do mar. E assim, surpreenderam milhares de banhistas que, ao abrir aquelas inesperadas latinhas, encontraram, em seu conteúdo, grandes quantidades de folhas secas da planta Cannabis prensadas com glicose. Foi a alegria da geração pós-hippie! Logo foi divulgado que, a origem desta maré alucinógena não era uma dadivosa Iemanjá, mas sim o navio Solana Star. Originário de Singapura, rumava para os EUA, quando sua carga foi detectada e começaram os esforços para interceptar a embarcação. Não restou alternativa aos tripulantes senão se livrar do flagrante. A partir daí, o resto é lenda. Alguns ainda hoje carregam seqüelas daquele episódio. Os que recordam, contam que a grande onda era dizer que era “da lata”, pouco importando a real procedência do produto. Surgia uma geração de apreciadores da Cannabis, que diziam distinguir pelo sabor: origem, cultivo e maturação da planta. E assim, esse hábito marginal ganhava status de sofisticação, como o apreciar de um bom vinho. A Área21 estampou esse fato de pura psicodelia para vestir as gerações com mais essa história que faz parte do imaginário carioca!

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Laricas - Podrão!


O Etcetera segue contando historias sobre algumas das nossas camisas.
Agora vamos falar um pouquinho da camisa "Podrão King".

Produto da série “Laricas” a camiseta Podrão glorifica um dos hábitos alimentares mais populares entre os cariocas. Reza a lenda que este hábito se iniciou no bairro da boemia, a Lapa. Após noitadas de excessos, os freqüentadores se abastecem de cachorros quentes incrementados e X-tudos dignos do nome, antes de se despedirem. Apesar de muitas vezes os ingredientes serem de origem duvidosa, daí o nome Podrão, o carioca da gema não estremece na presença de uma simpática barraquinha, que forra os estômagos das almas perdidas pelas noites e madrugadas da cidade maravilhosa.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

O Preço do Caos no Rio (por Gilberto Braga)


Rio - Chuva torrencial, desabamentos, enchentes, carros alagados, vítimas fatais, prejuízos financeiros, pânico e medo. O carioca não precisa esperar mais nada, os céus já mandaram o seu recado. O problema é que nós insistimos em não entender a mensagem e não temos disciplina para fazer a lição de casa. É óbvio que o volume de chuvas foi absurdamente superior às médias históricas nessa época do ano, principalmente porque foi forte, intermitente e por várias horas. Isso, entretanto, mostra o grau crítico em que a cidade se encontra, com várias deficiências perceptíveis ao olhar de qualquer cidadão. Não é necessário fazer uma lista dos problemas, todo leitor tem a sua e ela não é pequena. As autoridades do Rio têm as suas responsabilidades, embora não necessariamente têm culpa absoluta, em face dos anos sucessivos de maus governos e da deficiência em investimentos de infraestrutura.

Mas cada um de nós também tem a sua parcela de culpa, posto a falta de cidadania e de bons hábitos de urbanidade. Vi que 37% de todo o lixo recolhido na cidade é retirado das ruas, enquanto que nas capitais europeias, esse índice é ao redor de 5%. A falta de escoamento da chuva, em boa medida, é consequência da falta de educação, do papel jogado na calçada e do lixo desovado nos terrenos baldios. O resultado são os bueiros entupidos, os rios transbordados, as ruas inundadas. E a natureza dá o seu troco ao cidadão.

A primeira, mais importante e mais barata solução para tudo isso, é a educação, por meio do ensino da cidadania. Medida concreta é a reciclagem do lixo, que não apenas diminui os problemas ocasionados pelas tempestades, mas gera empregos e matéria-prima para o reaproveitamento econômico. É necessário que as autoridades façam a sua parte e cada um de nós também.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Jogo do Bicho

Agora no Etcetera, vamos postar uma breve historinha sobre algumas das nossas camisas.
A primeira história que vamos contar é a do Jogo do Bicho.



"Esta bolsa de apostas, marginalizada em todo território brasileiro, exceto no estado da Paraíba, tem origens históricas no cotidiano carioca. Inventado em meados de 1900, como forma de estimular a freqüência no zoológico da cidade, por meio do sorteio de prêmios, se difundiu como um dos jogos mais democráticos do Brasil. Hoje em dia, encontramos funcionários disponíveis nas esquinas das cidades, sentados em caixas de feira, aguardando os apostadores. Nessa loteria, cada número corresponde a um bicho, totalizando 25 diferentes animais a serem escolhidos a gosto do freguês.
Agora a Área21 chegou de bicho e pra ganhar tem que jogar!"

segunda-feira, 1 de março de 2010

Alô Rio de Janeiro, aquele abraço!

Nesse dia 1° de março, o Rio de Janeiro completa 445 anos.
A Área 21 parabeniza a Cidade Maravilhosa e todos os cariocas e faz votos para que o Rio de Janeiro continue lindo, por muitos e muitos anos.
RIO eu te amo!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

É Carnaval!


Começou o Carnaval...
A festa popular mais animada do mundo. O Carnaval é celebrado de diversas formas no Brasil inteiro. Os trios de Salvador, o Frevo de Recife e até o Trance no Sul.
No Rio, o carnaval é comemorado com muito samba no pé. Seja na Sapucaí, com o desfile das Escolas de Samba, cada ano mais espetacular ou nos blocos, que voltaram a ser tradição entre os foliões. A verdade é que o Carnaval contagia a todos e seria bem legal se todos nós resolvêssemos prolongar a alegria que temos nesses 4 dias de folia para o resto do ano. Se fizermos isso, com certeza teremos um ano mais agradável até a chegada do próximo Carnaval.

"Custei a compreender que a fantasia é um troço que o cara tira no carnaval e usa nos outros dias por toda a vida." Aldir Blanc

Arruda e o Samba



Essa semana ficou marcada pela prisão do Governador de Brasília Jose Roberto Arruda. Depois de uma série de escândalos e denúncias, Arruda foi preso na véspera do Carnaval. Ao analisar o caso do governador de Brasília, vem a mente um samba composto por Noel Rosa (que esse ano completaria 100 anos) na década de 30. "Onde esta a honestidade?" foi composta pelo Poeta da Vila, como uma critica social aos escândalos políticos da época. A música de Noel é tão atual que parece feita especialmente para os dias de hoje. Confira o vídeo abaixo, com Orquestra Imperial interpretando a canção de Noel.
Só esperamos que o caso de Arruda não acabe em samba.